O
tema do texto de hoje me fez recordar de um livro que li ainda
criança, daquelas coleções encontradas nas bibliotecas da escola,
que se chama “Liberdade
Virtual”do escritor Sylvio Gonçalves(Editora Saraiva). O livro
nos conta uma história de ficção cientifica, onde os computadores
assumiram o domínio do planeta. Logo no primeiro capitulo,
alguns dos personagens principais são perseguidos por drones,que tem
o papel de seguranças do novo sistema de “governo” e que vigiam
os habitantes. Lembro-me com clareza de como me senti empolgada com a
imaginação daquele autor.Fiquei impressionada com a possibilidade
de que aqueles meios de vigilância do nosso cotidiano
pudessem,algum dia, realmente se tornar reais.Aquele vislumbre não
se parecia em nada com a realidade que eu vivia há 10 anos, no
começo da adolescência. Hoje, com a popularização dos drones,
posso perceber que,de alguma maneira,o que era apenas utopia de um
pensamento criativo, passa a ser cada dia mais real em nossas vidas.
Drones
ou VANTS(sigla em português) são veículos não tripulados
comumente conhecidos e utilizados pela população para meios de
diversão com capturas de imagens e transmissão de gravações ao
vivo. A problemática trazida para discussão é: Será realmente que
esse instrumento "inocente" serve apenas para diversão de
famílias? Até que ponto a nossa liberdade e individualidade estão
preservadas ao utilizar equipamentos tão avançados em
tecnologia?
Pensar desenvolvimento atualmente é pensar a linha tênue que existe entre a vida publica e privada. É ter que decidir até que ponto podemos abrir mão da segurança em prol da liberdade de informação, conhecimento e tecnologias. A liberdade virtual está cada dia mais próxima a nós, só esperamos que o desfecho seja diferente do da ficção.
Pensar desenvolvimento atualmente é pensar a linha tênue que existe entre a vida publica e privada. É ter que decidir até que ponto podemos abrir mão da segurança em prol da liberdade de informação, conhecimento e tecnologias. A liberdade virtual está cada dia mais próxima a nós, só esperamos que o desfecho seja diferente do da ficção.
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